A CNBB convoca, todos os anos, para intensificar, neste mês, as orações e as ações em favor das vocações em geral. Embora a vocação para os ministérios ordenados deva ocupar a atenção dos fiéis durante todo o mês, didaticamente se divide o mês em sub-temas para não deixar de lado nenhuma das outras vocações igualmente importantes para a vida eclesial.
A primeira semana se enfoca de maneira especial as vocações presbiterais e diaconais; a segunda semana é dedicada à vocação ao matrimônio; na terceira semana se reflete sobre as vocações religiosas e missionárias; na última semana se dedica atenção especial à vocação laical, recordando de forma especial os catequistas, os pedagogos da fé, mas também os vários outros ministérios eclesiais e o papel do leigo no mundo.
As vocações aos ministérios ordenados são básicas para as demais vocações na Igreja. Cristo, deu aos apóstolos instruções e responsabilidades especiais. Pediu deles dedicação total, entrega incondicional ao ministério. Deixaram tudo: família, profissão.
Os sucessores dos apóstolos são os bispos, mas unido ao ministério episcopal de forma muito íntima está o ministério presbiteral e ao seu lado, com suas funções próprias, o ministério diaconal. Por isso o número de padres e diáconos deve ser suficiente para atender à comunidade do povo de Deus. É preciso que eles sejam verdadeiramente vocacionados, ou seja, que assumam com autenticidade este estado de vida e este serviço. Não basta serem em número suficiente. É preciso que sejam bons e santos, pois só assim estarão sendo fiéis ao chamado e aptos para servirem autenticamente ao Povo de Deus. Todos os cristãos têm a missão de evangelizar, mas cabe aos ministros ordenados a principal responsabilidade de realizar e também de coordenar, articular e animar este serviço evangelizador na Igreja. Também no início da Igreja foi assim.
Equipe do Blog

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